Lula convoca área econômica para reunião após Banco Central interromper o ciclo de corte de juros Jornal Nacional/ Reprodução Lula convoca área econômica para reunião após Banco Central interromper o ciclo de corte de juros. O presidente Lula convocou ministros da área econômica para uma reunião um dia depois de o Banco Central interromper o ciclo de corte de juros. Não houve anúncio de medidas, mas, no fim do dia, Lula defendeu equilíbrio fiscal.
Logo cedo, antes da reunião, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, evitou comentar diretamente a decisão de quarta-feira (4) do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, mas afirmou que a taxa de 13,75% ao ano é muito alta no Brasil. Por volta do meio-dia, o presidente Lula começou uma reunião no Palácio da Alvorada. Além de Dario Durigan, foram chamados o vice-presidente Geraldo Alckmin; os ministros Bruno Moretti, do Planejamento; Miriam Belchior, da Casa Civil; e Esther Dweck, da Gestão; o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante; os ex-ministros da Fazenda Fernando Haddad e Guido Mantega; e economistas ligados ao PT.
A reunião, que durou quatro horas, discutiu cenários diante da crise fiscal. O ministro da Fazenda apresentou uma visão da situação econômica e estudos sobre o que pode ser feito para cumprir a meta fiscal sem prejudicar programas sociais, como defende o presidente. Depois da reunião, nenhuma medida foi anunciada. Durigan disse que só depois da viagem de Lula para a COP 31, na Turquia, no próximo dia 10 de novembro, é que as propostas serão levadas ao presidente.
Só então haverá anúncios de medidas. "Não nos parece haver fórmula mágica e, sim, manutenção dos compromissos fiscais. Então, o compromisso de seguir melhorando as contas públicas, com a manutenção e reforço do que precisava ser reforçado nas regras fiscais atuais, de modo que a gente siga melhorando tanto indicadores sociais, políticas públicas, quanto o resultado das contas públicas do governo", diz Dario Durigan, ministro da Fazenda. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Só em 2026, com rombos frequentes, a dívida do governo subiu 4,3 pontos percentuais.
Em setembro, somou 82,9% do Produto Interno Bruto, o equivalente a R$ 11,1 trilhões – o maior nível para o endividamento em mais de cinco anos. Ao longo do dia, o mercado financeiro reagiu com volatilidade, dividido entre a decisão já esperada d
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