Sessão solene celebra os 40 anos da confederação de cooperativas de crédito

Sessão solene celebra os 40 anos da confederação de cooperativas de crédito

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Deputada Bia Kicis, que presidiu a sessão solene O aniversário de 40 anos da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebrás) foi lembrado em sessão solene na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4), com a presença de representantes do setor e do Banco Central. Segundo a Confebrás, o cooperativismo financeiro alcançou recentemente o marco de R$ 1 trilhão em ativos em uma base de mais de 21 milhões de cooperados, espalhados por 742 instituições em todo o país.

São 10 mil postos de atendimento presentes em mais de mil municípios. O presidente da entidade, Luiz Lesse, atribui o crescimento à solidez das parcerias institucionais e ao compromisso com a inclusão financeira. Ele acredita que os avanços da digitalização e da inteligência artificial são os grandes desafios atuais, mas ressalta a necessidade de preservar a essência humana do cooperativismo. "O cooperativismo existe pelas pessoas e para as pessoas.

Nosso teste para o futuro será equilibrar a inovação tecnológica com a preservação do contato humano, mantendo o acolhimento e a confiança", observou. Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Lesse atribui o crescimento à solidez das parcerias institucionais Luiz Lesse também reconheceu o papel do Banco Central do Brasil como interlocutor e parceiro institucional da Confebrás no fortalecimento do sistema nacional de crédito cooperativo.

O chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias do Banco Central (Desuc), Adalberto Felinto Júnior, estava na sessão solene e falou sobre o setor cooperativista. “Nós, do Banco Central, temos pelo cooperativismo um apego, um carinho muito grande, porque o cooperativismo faz parte de um elemento central de atuação do Banco Central, que é a estabilidade financeira", disse. Felinto Júnior afirmou que a estabilidade do sistema precisa de pulverização, de presença, de inclusão e de participação. “E só quem é capaz de ter essa capacidade de se moldar a um ambiente de atuação é o cooperativismo.” O representante do Banco Central afirmou que apenas o cooperativismo consegue entender as particularidades do pequeno empresário e dos microempreendedores rurais.

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Felinto Júnior: o cooperativismo faz parte de um elemento central de atuação do BC, que é a estabilidade financeira Frente Parlamentar Luiz Lesse também r

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